Biografia – Dra.Elizabeth Brenda

Sou médica por convicção e paixão pelo estudo do funcionamento do nosso corpo. Nada é mais intrigante e maravilhoso do que o estudo das delicadas razões do nosso ser, que nos permite exibir personalidade, pensamentos, emoções e vida. Especialmente quando se pode fazer a diferença na vida das pessoas com este conhecimento, atenuando dores e evitando sofrimentos desnecessários.

Minha formação em cirurgia geral e depois em cirurgia plástica sempre foi muito recheada de pesquisas sobre o tema mais universal da medicina que é a cicatrização de feridas. Foi através de pesquisas nesse campo que percebi a sutileza do nosso organismo ao se auto-regular nos mínimos detalhes. 

Minhas teses de mestrado e doutorado foram feitas sobre temas de cicatrização de feridas. Escrevi um bom número de artigos e capítulos de livros sobre isso. Aprendi a separar o que é pesquisa de verdade do que é ‘literatura de marketing’. Mas isso você acha no meu site, aqui vou contar minha história sobre a importância dos alimentos.

Depois de muito tempo de atividade cirúrgica, no mínimo uns 30 anos, eu me interessei mais pela interferência de nutrientes na cicatrização e formação de colágeno e pensei que, por já estar mais distante da radiância da juventude, deveria pensar em me alimentar com mais cuidado. 

Eu sempre comi muitas frutas e verduras, queijos, grãos, cereais e muitas coisas ‘gordas’ como nozes e amêndoas, além de uma lista enorme de legumes de todos os tipos. Nunca havia tido problemas com peso ou doenças. Mas achei que poderia fazer um esforço para me preservar bem e busquei me alimentar com produtos de teores reduzidos de gordura, enriquecidos com vitaminas, essas coisas mais elaboradas e de concepções mais recentes. 

Fui aconselhada por nutricionistas e médicos a reduzir muito a minha quantidade de frutas, especialmente uvas e abacates. Trocar queijos azuis ‘mofados’ por versões branquelas sem gordura e sem gosto. E tomar suplementos. Os hormônios também foram prescritos, mas quem trata de pacientes com câncer de mama não consegue seguir essa prescrição, especialmente quando não se tem queixa nenhuma sobre a menopausa. 

Mas aí comecei a viver um pesadelo longo e muito doloroso de ganho de peso, fadiga e tantas outras coisas, que todos insistiam em imputar à menopausa. Só que a vida é muito generosa. Trouxe a resposta certa com uma grande dor, mas que não teria sido possível de outra forma. Comecei a ter tanta dor articular que tinha dificuldade para sair do carro, andar normalmente e fechar os dedos das mãos. Mais de uma vez ouvi que artrite se trata com remédios muito fortes desde o início para evitar a limitação de movimentos. 

Então, muito deprimida, resolvi largar para trás tanto ‘cuidado com a alimentação’ e voltar a saborear tudo o que comia antes, já que meus esforços pareciam ter sido em vão. Inexplicavelmente voltei a dormir melhor, desinchar, melhorar a fadiga. Até que percebi o equívoco que havia cometido, guiada pela imensa confusão de informações sobre o que é saudável! Em três semanas, estava sem dor! 

Passei a ler tudo, literalmente, sobre alimentos e checar cada uma das informações nas bibliotecas de artigos médicos. Assim já se vão alguns anos. Estudos, muitos estudos, para obter informação com o mínimo de viés pelos modismos das dietas. Desde então percebi que somos sim, o que comemos, e continuo a operar meus pacientes e doutriná-los a como se recuperar melhor. Nenhum deles escapa de ouvir tudo o que aprendi sobre alimentos. Mas há muito o que dizer…

Este blog é o resultado da vontade de compartilhar com você o que devolveu minha saúde e mudou minha história. 

Espero que traga para você e para quem você quiser compartilhar uma grande melhora de vida! 

É essa a minha vocação, cuidar…